Bruno
Roksan Attessa
Este transporte de CD fabricado no Reino Unido parece um pouco minimalista em alguns aspetos.
Uma única saída, coaxial. Sem interruptor de alimentação. Visor com o mínimo indispensável: número de faixas, duração total do CD, número da faixa e tempo decorrido. O mesmo se aplica ao comando, sem possibilidade de iniciar uma faixa pelo seu número... Já se percebe que a prioridade dos engenheiros estava noutro lado.
Ligado a um DAC R2R Holo Audio Cyan 2 que se liga por XLR a um amplificador Advance Paris A10 classic com válvulas Genalex Golden Lion.
No primeiro CD, o som é, naturalmente, um pouco plano e fechado, como em qualquer equipamento eletrónico novo. Mas, mesmo assim... Uau, já se nota a precisão, a transparência, a dinâmica!!! Aqui sente-se que já estamos na liga dos grandes e até dos muito grandes... Mas é preciso ter paciência e fazer a rodagem.
Cerca de 40 CD reproduzidos depois. A extração dos dados é perfeita, a instabilidade temporal (jitter) parece absolutamente eliminada. Isto resulta num som de uma transparência incrível, a imagem em 3D é espacial. A multitude de microdetalhes extraídos proporciona um som de uma precisão espantosa e de uma naturalidade bastante impressionante. Não, o CD não está obsoleto, longe disso! Pessoalmente, encontro uma substância e uma textura no som mais presentes e naturais do que no Hi-Res do Qobuz, que, no entanto, passa pelo mesmo DAC e pelo mesmo cabo. Até se aproxima seriamente, com este Roksan, do meu gira-discos com a sua excelentíssima célula Hana ML.
Já ouvi 2 ou 3 transportes de CD deste nível, mas... muito, mesmo muito mais caros. Se o DAC a seguir estiver à altura, tem um transporte de CD verdadeiramente excelente com uma relação qualidade-preço imbatível. E pouco nos importa que não mostre o título do álbum 😀
Parece, no entanto, um pouco sensível no reconhecimento de alguns CD gravados em casa.
É pena não se poder dar 6 estrelas a este Roksan Attessa...
Comentário de 09 de outubro de 2026 — Experiência de 28 de setembro de 2026
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Ce transport CD fabriqué au Royaume-Uni semble sur certains aspects un peu minimaliste.
Une seule sortie, en coaxial. Pas d'interrupteur secteur. Affichage du stricte minimum : nombre de pistes, durée totale du cd, numéro de la piste et temps écoulé. Idem pour la télécommande, pas la possibilité de lancer une piste par son numéro... On sent déjà que la priorité des ingénieurs était ailleurs.
Branché sur un DAC R2R Holo Audio Cyan 2 qui va en XLR sur un ampli Advance Paris A10 classic avec des lampes Genalex Golden Lion.
Premier CD le son est, bien entendu, un peu plat et serré, comme toute électronique neuve. Mais quand-même... Wouah déjà la précision, la transparence, la dynamique !!! Là on sent qu'on est déjà dans la cour des Grands et même des très Grands... Mais il faut être patient et roder.
Environ 40 CD lus plus tard. L'extraction des données est parfaite, la gigue (jitter) semble absolument annulée. Cela donne un son d'une transparence incroyable, l'image en 3D est spaciale. La foule de micros détails extraite donne un son d'une précision ébahissante et d'un naturel assez saisissant. Non le CD n'est pas obsolète, loin de là ! Personnellement je trouve une matière et une texture du son plus présente et naturelle que le Hi-Res sur Qobuz qui passe pourtant par le même DAC et même câble. Même qu'avec ce Roksan on s'approche sérieusement de ma platine vinyle avec son excellentissime cellule Hana ML.
Des transports CD de ce niveau j'en ai déjà entendu 2 ou 3 mais... beaucoup, vraiment beaucoup plus chers. Si le DAC derrière tient la route vous avez un très excellent transport CD à un rapport qualité-prix imbattable. Et on se fiche bien qu'il n'affiche pas le titre de l'album 😀
Semble cependant un peu susceptible quant à la reconnaissance de certains CD gravés maison.
Dommage qu'on ne puisse pas mettre 6 étoiles à ce Roksan Attessa...









