IMÃS PARA TELEMÓVEL
Uma célula de íman móvel (MM) é o tipo mais comum em vinil e, muitas vezes, o que vem montado de origem nos gira-discos. O seu princípio: um pequeno íman fixado ao cantilever desloca-se diante de bobinas fixas, o inverso da célula de bobina móvel. Esta conceção tem várias vantagens práticas. O nível de saída é elevado, geralmente de 2 a 5 mV, compatível com a quase totalidade dos pré-amplificadores phono e das entradas phono de amplificadores, sem estágio de alto ganho nem transformador. A grande vantagem está na agulha: numa MM, substitui-se isoladamente, encaixando um estilete novo no corpo da célula, sem mudar todo o conjunto nem enviá-lo para a fábrica. Uma ponta cónica é substituída após cerca de seiscentas a setecentas horas de audição, uma elíptica um pouco mais tarde, antes que uma ponta desgastada danifique os discos. Muitas gamas MM partilham o mesmo corpo e oferecem várias agulhas, cónicas, elípticas ou de perfil mais fino: é possível alterar o desempenho trocando apenas o estilete. O compromisso face a uma MC reside numa massa móvel um pouco mais elevada, logo numa resolução e extensão nos agudos geralmente ligeiramente inferiores, mas com um custo, simplicidade e manutenção muito mais acessíveis. É a escolha lógica tanto para começar como para uma utilização quotidiana sem restrições. Esta célula pode ser reparada substituindo a sua agulha quando estiver desgastada, acompanha-se de um pré-amplificador phono com entrada MM e monta-se num braço de gira-discos de massa adequada.























